Cloud Computing
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
Evolução da computação na nuvem
As primeiras empresas a iniciar uma grande ofensiva na "nuvem de informação"
(information cloud), que especialistas consideram uma "nova fronteira da era digital", foram Amazon, Google, IBM e Microsoft.
Aos poucos, essa tecnologia vai deixando de ser utilizada apenas em laboratórios para ingressar nas empresas e, em breve, em computadores domésticos.
O primeiro serviço na Internet a oferecer um ambiente operacional para os utilizadores foi criado por um estudante sueco, Fredrik Malmer, utilizando as linguagens XHTML e Javascript.
Atualmente, o termo AJAX é adotado para definir a utilização dessas duas linguagens na criação de serviços na Internet.
Em 1999, foi criada nos EUA a empresa WebOS Inc., que comprou os direitos do sistema de Fredrik e licenciou uma série de tecnologias desenvolvidas nas universidades do Texas, Califórnia eDuke.
O objetivo inicial era criar um ambiente operacional completo, inclusive com API para o desenvolvimento de outros aplicativos.
LINK - Apresentação (powerpoint) no SLIDESHARE:
http://www.slideshare.net/silvia_ctdi/sistemas-computacionaiscomputao-na-nuvem?utm_source=slideshow&utm_medium=ssemail&utm_campaign=post_upload
http://www.slideshare.net/silvia_ctdi/sistemas-computacionaiscomputao-na-nuvem?utm_source=slideshow&utm_medium=ssemail&utm_campaign=post_upload
sábado, 4 de janeiro de 2014
Segurança na nuvem híbrida
Com o aumento da quantidade de aplicações críticas, muitas empresas procuram a nuvem pública e privada como forma de encontrar uma solução mais segura. Mas como tudo que traz um caráter mais particular também gera custo mais elevado. A boa notícia é que é possível manter o equilíbrio entre demanda e orçamento com ambientes híbridos de cloud computing, ou seja, com uma infraestrutura de TI mista.
Além de um custo mais acessível em relação à nuvem privada, a arquitetura mista é vantajosa porque oferece flexibilidade quando a capacidade adicional é necessária. Isso ajuda as empresas a se planejarem no caso de uma demanda inesperada, permitindo a migração para a nuvem pública.
Toda essa flexibilidade elimina novos investimentos em uma infraestrutura própria bastante robusta que inclui: hardware e licenças de software, além de gastos com gestão dessa infraestrutura e com mão de obra qualificada.
Outro ponto que deve ser levado em consideração é o de estar preparado para casos de disaster recovery. Como a nuvem pública tem sua arquitetura distribuída geograficamente, em casos de eventos não programados — incêndio, inundação, falta de energia elétrica, etc. —, afetando diretamente o data center interno, a nuvem pública pode dar continuidade às operações.
Além de um custo mais acessível em relação à nuvem privada, a arquitetura mista é vantajosa porque oferece flexibilidade quando a capacidade adicional é necessária. Isso ajuda as empresas a se planejarem no caso de uma demanda inesperada, permitindo a migração para a nuvem pública.
Toda essa flexibilidade elimina novos investimentos em uma infraestrutura própria bastante robusta que inclui: hardware e licenças de software, além de gastos com gestão dessa infraestrutura e com mão de obra qualificada.
Outro ponto que deve ser levado em consideração é o de estar preparado para casos de disaster recovery. Como a nuvem pública tem sua arquitetura distribuída geograficamente, em casos de eventos não programados — incêndio, inundação, falta de energia elétrica, etc. —, afetando diretamente o data center interno, a nuvem pública pode dar continuidade às operações.
Na nuvem híbrida, garantir a segurança pode ser diferente da nuvem privada tradicional, já que o utilizador não tem controle imediato de sua gestão e infraestrutura. No entanto, o ambiente híbrido não precisa ter a segurança híbrida. As mesmas políticas de segurança consistentes devem ser implementadas.
Dentre alguns pontos, o importante é definir quais os dados e aplicações que devem ficar no data center local e quais devem ficar fora. Economia, negócios e as necessidades de segurança determinam os tipos de dados ou aplicações que são ideais para a nuvem. Ao determinar os requisitos de segurança para os dados em sua rede é fundamental priorizar os dados com segurança rigorosa e necessidades de conformidade, os quais devem ser mantidos dentro do ambiente de nuvem privada.
Deve-se também avaliar o parceiro que estará provendo a arquitetura de nuvem pública. É importante checar cuidadosamente junto ao provedor os recursos de segurança que ele utiliza e como os utiliza. Isso abrange não apenas ferramentas como firewall e IPS, mas também as implicações de segurança de dados, tais como privacidade de dados, fluxo de dados, armazenamento e a manipulação e processamento dos dados. Além disso, recursos de autenticação e segurança física localizados no provedor precisam ser considerados.
Portabilidade é um item fundamental nesse processo. Pois, é preciso que o usuário não fique refém de um provedor específico, uma vez que as vantagens da arquitetura híbrida é justamente a liberdade e a flexibilidade para estender a qualquer ambiente de nuvem pública. Portanto, quando a economia ou desempenho ditar uma mudança para um provedor diferente, as políticas de segurança devem ser portáveis.
Como os desafios são vários, outra pergunta que deve ser respondida é como proteger os dois ambientes em nuvem? Assim, como os desafios, as opções também são variadas.
Uma alternativa seria através de um túnel VPN privado, site-to-site, entre a nuvem privada e pública. Neste caso, todo o tráfego e o acesso são encaminhados por meio da rede corporativa — o que preserva a segurança —, mas por outro lado pode existir como entrave à latência para certos tipos de dados e aplicações, pois o tráfego tem que ser transportado de volta através da rede corporativa.
Outra alternativa é separar os ambientes de nuvem privada e pública e alavancar as funções de segurança fornecidas pelo provedor de nuvem. Um firewall (que pode ser de sua propriedade ou fornecido pelo provedor de nuvem) pode ser colocado na borda da rede da nuvem pública para permitir o acesso às suas aplicações específicas. Isso proporciona flexibilidade no acesso e melhorias na latência. Fique atento, pois as opções de segurança fornecidas pelo seu provedor de nuvem podem ser diferentes das que você escolheu para sua nuvem privada.
Como cada ambiente de nuvem híbrida é único, as sugestões mencionadas podem servir apenas como um de guia. O essencial está na escolha do provedor que deve ter seus recursos de segurança verificados. Esse fornecedor deve tornar-se um parceiro e a confiança deve ser um elo sólido e definitivo na tomada de decisão.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Tipologias
Atualmente, a computação na nuvem está dividida em sete tipos:
IaaS - Infrastructure as a Service ou Infraestrutura como Serviço: quando se utiliza uma percentagem de um servidor, geralmente com configuração que se adeque à sua necessidade.
PaaS - Plataform as a Service ou Plataforma como Serviço: utilizando-se apenas uma plataforma como um banco de dados.
DevaaS - Development as a Service ou Desenvolvimento como Serviço: as ferramentas de desenvolvimento tomam forma na computação na nuvem como ferramentas compartilhadas, ferramentas de desenvolvimento web-based e serviços baseados em mashup.
SaaS - Software as a Service ou Software como Serviço: uso de um software em regime de utilização web.
CaaS - Communication as a Service ou Comunicação como Serviço: uso de uma solução de Comunicação Unificada hospedada em Data Center do provedor ou fabricante.
EaaS - Everything as a Service ou Tudo como Serviço: quando se utiliza tudo (infraestrurura, plataformas, software, suporte) o que envolve Tecnologia da Informação e Comunicação como um Serviço.
DBaas - Data Base as a Service ou Banco de dados como Serviço: quando utiliza a parte de servidores de banco de dados como serviço.
IaaS - Infrastructure as a Service ou Infraestrutura como Serviço: quando se utiliza uma percentagem de um servidor, geralmente com configuração que se adeque à sua necessidade.
PaaS - Plataform as a Service ou Plataforma como Serviço: utilizando-se apenas uma plataforma como um banco de dados.
DevaaS - Development as a Service ou Desenvolvimento como Serviço: as ferramentas de desenvolvimento tomam forma na computação na nuvem como ferramentas compartilhadas, ferramentas de desenvolvimento web-based e serviços baseados em mashup.
SaaS - Software as a Service ou Software como Serviço: uso de um software em regime de utilização web.
CaaS - Communication as a Service ou Comunicação como Serviço: uso de uma solução de Comunicação Unificada hospedada em Data Center do provedor ou fabricante.
EaaS - Everything as a Service ou Tudo como Serviço: quando se utiliza tudo (infraestrurura, plataformas, software, suporte) o que envolve Tecnologia da Informação e Comunicação como um Serviço.
DBaas - Data Base as a Service ou Banco de dados como Serviço: quando utiliza a parte de servidores de banco de dados como serviço.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Cloud Computing, ou computação em nuvem, já está a ser uma tendência no mundo corporativo. Muitas empresas deixaram de usar servidores próprios para armazenar seus dados e passaram a contratar data centers para cuidar de toda a parte de armazenamento. O conceito de computação em nuvem vem se esclarecendo a cada dia, mas ainda existem muitas companhias que se sentem um tanto receosas com o fato de guardar seus arquivos e dados corporativos em servidores de terceiros. Mas esse é um risco que, na verdade, não existe. Assista o vídeo e veja o por quê.
Subscrever:
Mensagens (Atom)